
Finalmente liberto, foi enviado para Colónia, mas é em Paris que conquistou a reputação de grande teólogo e filósofo.
Pela sua vasta obra, S. Tomás provou que a fé e a razão eram conciliáveis e complementares. O seu escrito mais famoso é a Summa Theologica, um tratado escrito de forma nova e clara. Tal era o seu amor à busca e compreensão da Verdade que recusou a sua nomeação a arcebispo de Nápoles para poder continuar a ler e a escrever.
Eis uma das suas orações que também podemos rezar:
Ó Senhor, venho a ti
como enfermo ao médico da vida,
como impuro à fonte da misericórdia,
como cego à luz da claridade eterna,
como pobre e indigente
ao Senhor do céu e da terra.
Imploro, pois, a abundância de tua liberalidade,
a fim de que te dignes curar a minha enfermidade,
purificar-me de minhas impurezas,
iluminar a minha cegueira
e enriquecer a minha pobreza.
Senhor. Levanta-me quando caio,
conduz-me na caminhada.
Não esqueças aquele que te esquece,
não abandones aquele que te abandona,
não me desprezes quando peco.
Pelo contrário, considera a tua imensa bondade
e concede-me a dor do passado
e vigilância eficaz para o futuro.
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Hoje, isto é em 1666, em Agra, na Índia, morreu o Xah Jahan, o mais culto e romântico dos imperadores mongóis, contemplando da sua fortaleza-prisão o fabuloso Taj Mahal, que tinha mandado construir como recordação da sua amada esposa. Falecida no último parto, deixou Xah Jahan, apenas com 38 anos, tão desgostoso que em poucos meses, ficou com o cabelo e a barba completamente brancos. Decidiu erguer em sua honra um monumento de amor eterno, o mais belo mausoléu na história, baptizando-o com o nome abreviado da esposa: Taj Mahal.
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