
Camilo acabou por arranjar emprego num mosteiro franciscano. Pouco a pouco, começou a virar-se para Deus e quis ingressar na Ordem, mas teve de desistir por causa da sua doença. Foi então trabalhar para o hospital que o expulsara. Ficou chocado com as miseráveis condições em que viviam os doentes, que eram espancados, deixados ao abandono, passando fome e, por vezes, levados para a morgue ainda vivos. Camilo encarou esta situação como o seu novo

Um homem de acção
Inspirado por S. Filipe Neri, seu confessor, Camilo decidiu reformar o hospital. Substituiu os funcionários por pessoas que tratavam os doentes com compaixão e melhorou as condições de vida. Nas mil e uma dificuldades que surgiram para a consecução desse fim, ele sempre encontrava consolo em Jesus crucificado, que lhe dizia: “Não temas, eu estarei contigo”.
Acabou por ser ordenado sacerdote e, depois de pôr ordem no hospital, saiu e fundou a congregação dos Servidores dos Enfermos.
Nos 20 anos seguintes, a congregação construiu oito hospitais e atendeu prisioneiros detidos em navios que aportavam em Nápoles. Membros da congregação foram cuidar de feridos de guerra na Croácia e na Hungria, estabelecendo os primeiros hospitais de campanha do mundo.

Em 1742 foi beatificado por Bento XIV que também o canonizou quatro anos depois.
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