
São três e, mais concretamente, estão ainda em formação, na etapa chamada ‘noviciado’. O noviciado é a fase inicial da formação do jesuíta. Dura dois anos. Ao contrário do resto da formação, é um tempo mais ‘virado para dentro’ para permitir um encontro mais sereno e autêntico com Deus e assim discernir o seu chamamento para esta vida de serviço. A província portuguesa conta, actualmente, com 13 noviços.
São eles o Ricardo Barroso de 21 anos, de Almada, o João de Brito, de 22, vindo de Lisboa e o Miguel Melo, homem do norte (Famalicão) e com 21 anos. Estão de passagem pela Covilhã, onde reside uma comunidade de Jesuítas, para a "prova de inserção" durante toda a quaresma.
O Voc-Acção encontrou-se com eles. Muito gentilmente, partilharam connosco a sua vivência e esperanças. Aqui vo-las deixamos em vários episódios. Aqui vai a primeira parte, a cargo do Ricardo:

Como conheceste a Companhia de Jesus?
R : Conheci a Companhia de Jesus, num contexto muito particular. O da minha própria conversão.
Converti-me relativamente tarde, era proveniente de uma família agnóstica, sem qualquer formação cristã, e nesse caminho de conversão, cruzei-me com os Jesuítas, na Paróquia da Charneca da Caparica em Almada, onde recebi a Primeira Comunhão.
R : Conheci a Companhia de Jesus, num contexto muito particular. O da minha própria conversão.
Converti-me relativamente tarde, era proveniente de uma família agnóstica, sem qualquer formação cristã, e nesse caminho de conversão, cruzei-me com os Jesuítas, na Paróquia da Charneca da Caparica em Almada, onde recebi a Primeira Comunhão.
O que mais te fascina em S. Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, e Francisco Xavier, outro grande jesuía?
R : Fascina-me que essas figuras não eram grandes mas muito pequenas, muito simples, muito humildes. Foi essa sua pequenez que permitiu abrirem-se de forma radical a Cristo.
Procuravam incessantemente no seu dia-a-dia, encontrá-Lo, conhecê-Lo e viverem não para a si, mas sempre na esperança de se orientarem para a Maior Glória de Deus. Só esta vivência interior, bem enraizada na pessoa de Jesus, os conduziu á procura no discernimento da Sua vontade, e só na Sua vontade realizaram na sua pequenez a grandeza da missão a que se souberam chamados.
R : Fascina-me que essas figuras não eram grandes mas muito pequenas, muito simples, muito humildes. Foi essa sua pequenez que permitiu abrirem-se de forma radical a Cristo.
Procuravam incessantemente no seu dia-a-dia, encontrá-Lo, conhecê-Lo e viverem não para a si, mas sempre na esperança de se orientarem para a Maior Glória de Deus. Só esta vivência interior, bem enraizada na pessoa de Jesus, os conduziu á procura no discernimento da Sua vontade, e só na Sua vontade realizaram na sua pequenez a grandeza da missão a que se souberam chamados.
Sem comentários:
Enviar um comentário