sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

ORAÇÃO DE CONSAGRAÇÃO (IV)


«Fazei tudo para glória de Deus» (1 Cor 10,31).

«Faça-se a tua vontade» (Mt 6,10).

Pai, creio firmemente e sem hesitar

que tu operas e ages em mim.

Sou objecto do teu amor e da tua ternura.

Tudo o que pode dar-Te ainda mais louvor,

Tu realiza-lo em mim!

Não peço mais do que a tua glória,

isto basta para me satisfazer e fazer feliz.

Esta é a minha aspiração maior,

o desejo mais premente da minha alma.


Cardeal François-Xavier Van Thuan, in Orações de Esperança

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

RETIRO PARA JOVENS


"Travessia do Deserto"

O SDPV (Secretariado Diocesano de Pastoral Vocacional, juntamente com o DPJG (Departamento da Pastoral Juvenil da Guarda), promove um retiro para jovens.
Decorrerá de sexta feira 19 de Fevereiro (com o jantar) até ao dia seguinte, sábado 20 (pela tarde), no Seminário Maior da Guarda. O preço da inscrição, que deve ser efectuada até ao dia 16 de Fevereiro, é de 22,50 € e inclui jantar, dormida, pequeno almoço e almoço.
Os interessados em participar devem levar tudo aquilo que é necessário para um alojamento normal, Bíblia, papel e caneta para apontamentos.

O tema do retiro será a "Travessia do deserto".
Esse encontro destina-se a todos os os jovens que queiram parar para refelectir e rezar, aproveitando o início da Quaresma para "relançar" a sua caminhada espiritual com Cristo.
As inscrições devem ser enviadas para:

ORAÇÃO DE CONSAGRAÇÃO (III)

«De tudo sou capaz naquele que me dá força» (Fl 4,12).
«Para que seja prestado louvor à glória da sua graça» (Ef 1,6).
Pai, creio firmemente:
nada ultrapassa o poder da tua Providência.
O teu amor é infinito,
e eu quero aceitar tudo com coração alegre.
O louvor e o reconhecimento são eternos.
Unidos à Virgem Maria,
associando as suas vozes às de todas as nações,
S. José e os anjos cantam a glória de Deus
por todos os séculos dos séculos. Ámen.


Cardeal François-Xavier Van Thuan,
in Orações de Esperança

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

ALOIS ANDRITZKY, homem e padre na dignidade


Alois Andritzky nasce no dia 2 de Julho de 1914 na Saxónia alemã, no seio de família profundamente católica. Os quatro rapazes do lar estão destinados ao sacerdócio, mas um deles falece na frente do combate ainda como seminarista. Alois é ordenado em 1939 e, posteriormente, nomeado para a paróquia de Dresden.


Imediatamente, a exemplaridade da sua vida, o seu fervor e a sua piedade mariana chamam a atenção. Dinâmico, empenha-se no apostolado, apesar de saber das implicações: o país está mergulhado na Secunda Guerra Mundial e a perseguição do regime nazi contra os militantes católicos intensifica-se. Mas o martírio não o assusta. Muito pelo contrário.

No natal de 1940 é preso pela Gestapo (polícia política nazi) sob uma acusação caluniosa. Na verdade, a sua acção cristã junto do povo incomoda o poder. É condenado a seis meses de prisão. Mas, no termo da pena, é transferido sem explicação para outra cela. A 11 de Outubro é deportado para o campo de concentração de Dachau, juntamente com outros 12 padres.

Um deles deixou o seguinte testemunho: “Prometemo-nos, uns aos outros, três coisas: jamais nos queixar, jamais perder a nossa dignidade e jamais esquecer que éramos sacerdotes. Alois manteve-se fiel de uma forma heróica… Entre todos era muito estimado pela sua capacidade em permanecer prestável e sereno no meio dos horrores. Sempre que podia, ajudava os companheiros, particularmente os mais idosos e os mais fracos…” Outro disse: “Sempre afável, tinha uma palavra de encorajamento ou uma brincadeira para cada um, e todo aquele que o encontrasse pela manhã estava assegurado de passar um dia sereno.”

Em Janeiro de 1943, contrai a febre tifóide e é transferido para a enfermaria. Aí, reconforta os outros doentes. O seu testemunho de homem ciente da sua dignidade, de padre compenetrado do seu sacerdócio torna-se num apostolado insuportável aos olhos dos seus algozes. No dia 3 de Fevereiro é-lhe administrada uma injecção letal que põe termo a este missionário incómodo.


A causa de beatificação de Alois Andritzky foi introduzida em 1998.

ORAÇÃO DE CONSAGRAÇÃO (II)


«Tudo é graça».
«O vosso Pai celeste sabe do que necessitais»
(Mt 6,8).
Pai, creio firmemente:
ordenaste todas as coisas para nosso maior bem,
desde sempre.
Não cessas de guiar a minha vida.
Acompanhas cada um dos meus passos.
Que poderei temer?
Prostrado, adoro a tua santa vontade.
Entrego-me totalmente nas tuas mãos,
é através de Ti que tudo acontece.
Eu que sou teu filho, creio que tudo é graça.


Cardeal François-Xavier Van Thuan,
in Orações de Esperança

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

ORAÇÃO DE CONSAGRAÇÃO


CONSAGRAÇÃO

Pai de imenso amor e omnipotente,

fonte da minha esperança e da minha alegria.

.

«Tudo o que é meu é teu» (Lc 15,31).

«Pedi e ser-vos-á dado» (Mt 7,7).

Pai, acredito firmemente:

o teu amor ultrapassa-nos até ao infinito.

Como pode o amor dos teus filhos competir com o teu?

Oh! A imensidade do teu amor paterno!

Tudo o que é teu é meu.

Aconselhaste-me a rezar com sinceridade.

Então confio-me a Ti, Pai pleno

de bondade.

.

Cardeal François-Xavier Van Thuan,

in Orações de Esperança

SEMANA DO CONSAGRADO



A CIRP (Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal), juntamente com a

FNIS (Federação Nacional dos Institutos Seculares) e a CEVM (Comissão Episcopal Vocações e Ministérios), propõem à Igreja a Semana do Consagrado, que decorre de 31 de Janeiro a 7 de Fevereiro. Neste dia da festa da Apresentação do Senhor – Dia do Consagrado - apresentamos partes da Mensagem escrita para esta ocasião:



«Vida consagrada, solidária na esperança»

Charles Péguy, escritor e poeta católico francês, dizia que “a esperança é a fé preferida de Deus”.

Outro pensador francês, o filósofo e teólogo Teilhard de Chardin, afirmava que o futuro do mundo pertencerá àqueles que lhe derem razões de esperança.

(…)

A vida consagrada revela-nos que só uma esperança activa se faz compromisso e vigilância. Sabemos em Quem acreditamos.

A alegria, o encanto, a beleza, a capacidade de entrega, o testemunho de felicidade, a audácia da missão, a valentia da generosidade e a heroicidade de vidas dadas no silêncio da contemplação ou na vanguarda da missão, desenham o rosto da consagração do nosso tempo.

Os consagrados(as) não vivem alheios à realidade nem são insensíveis aos problemas, nem tão pouco se sentem intocáveis diante da fragilidade humana ou imunes perante o pecado.

Sabem-se, isso sim, chamados por Cristo e enviados pelo Espírito para a missão. E isso lhes basta. Pedem diariamente a Deus que nada turbe a limpidez da entrega nem ensombre a alegria da fidelidade e reconhecem que transportam em si um tesouro em vaso frágil.

(…)

Surgem continuamente novos desafios e diferentes espaços a urgir o anúncio do Reino e o convite à conversão e à esperança.

Os consagrados(as) são chamados para esta linha da frente na resposta às novas pobrezas, no acompanhamento solícito junto de quem procura Deus, no serviço exigente da educação, no diálogo lúcido com o mundo da cultura e na atenção fraterna dada aos que vivem afastados da fé ou apenas guiados pela razão e pela ciência.

(…)

Os sinais dos tempos iluminados pelas bem-aventuranças do Evangelho são referência essencial da vida consagrada entendida como mensageira de esperança e de alegria.

Na raíz da vida consagrada estão os valores evangélicos da pobreza, da castidade e da obediência onde se funda o sentido do dom e da fidelidade de quem tudo dá porque dá a vida toda e para sempre.

A experiência da oração e a vida comunitária consolidam e fazem crescer estes valores assumidos e testemunhados e vão delineando o rosto de vidas felizes, dadas a Deus para servir os irmãos.

(…)

Neste Ano Sacerdotal tem primordial sentido voltarmo-nos para a vida e ministério dos sacerdotes, dos presbitérios diocesanos ou dos institutos religiosos, e neles descobrirmos o testemunho feliz e belo da fidelidade do padre radicada na fidelidade de Cristo.

(…)

Que Maria, a Senhora da Apresentação e Estrela da Esperança, nos ilumine e fortaleça para que a vida consagrada seja sempre na Igreja e no mundo mensageira da esperança e da alegria.


+ António Francisco dos Santos

Bispo de Aveiro e Presidente da CEVM

NELLIE ORGAN, amar a Deus não requer idade



Faleceu com 4 anos e 5 meses. A sua curta vida foi marcada pela precoce devoção ao Santíssimo Sacramento que ela chamava de seu “Deus Santo”. Nascida numa região profundamente católica da Irlanda (Cork), perdeu muito cedo a sua mãe. O pai decidiu, então, confiar a sua educação às Irmãs do Bom Pastor, suas vizinhas. Esse novo ambiente favorecerá a vivência da sua fé.

Porém, depois de uma queda, Nellie ficou gravemente doente, tornando-se o mal irreversível.


Impressionava as irmãs e restante comunidade pelo seu misterioso instinto que a atraía para o Santíssimo exposto e pela paixão de Cristo. Possuía uma inteligência de fé incomum na sua idade.

Nos 9 meses em que esteve na instituição, o seu desejo de receber a sagrada comunhão foi crescendo. Ora esta era raramente concedida a crianças com menos de 12/13 anos. Um sacerdote, tocado pelo seu amor à eucaristia deu o seu parecer favorável, para a grande felicidade de Nellie. A comunhão frequente tornou-se para ela fonte de coragem e aceitação para enfrentar o sofrimento crescente, ficando mergulhada em acção de graças durante várias horas.


Esta criança prodígio viria a falecer a 2 de Fevereiro de 1908.

O seu exemplo sensibilizou decisivamente o papa Pio X que, meses depois, decretou a possibilidade das crianças comungarem.

sábado, 30 de janeiro de 2010

PASSEMOS PARA A OUTRA MARGEM


“Passemos para a outra margem…”

Cf. Mc 4, 35-41

Foi o convite que Jeus lançou aos seus discípulos.

Cristo está sempre em movimento, sempre de passagem. E quem o quiser seguir terá de se “pôr a mexer”, pois parar é morrer. Passar para a outra margem, seja ela a próxima ou a definitiva. O crente está sempre a caminho. É peregrino, missionário, enviado, empelido pela força e fé que o habitam.

Mas, para alcançar a outra margem, na travessia da procura e da descoberta, enfrentamos sempre tempestades, pequenas ou grandes. Os nossos mares nem sempre são calmos e os ventos frequentemente contrários.

Ainda assim, o convinte permanece: “Passemos para a outra margem.”


“Levantou-se, então, uma grande tempestade…”

A história humana é marcada por inúmeras tempestades. Curiosamente, hoje, algumas efemérides confirman-no:

- 30 de Janeiro de 1917 – partia para a França a 1ª Brigada do Corpo Expedicionário Português, sob o comando do então coronel Gomes da Costa. Pouco mais de um anós depois, enfrentaria a tempestade que ficou conhecida como “batalaha de La Lys” onde a nossa tropa foi dizimada.

- 30 de Janeiro de 1933 – Hitler, depois de conquistar as eleições, é nomeado chanceler da Alemanha. Anos depois, rebentaria a tempestade mundial de mais uma Grande Guerra.

- 30 de Janeiro de 1948 – Mohandas Gandhi é assassinado, mergulhando a Índia numa prolongada tempestade de instabilidade política, assolada por conflitos étnico-religiosos.

As tempestades da nossa história particular serão menos dramáticas. No entanto, quando nos vemos nelas, bem que nos afligimos. Têm a sua quota parte de dor, medo e insegurança.

O que mais nos aborrece é, como na passagem evangélica, parecer-nos que Deus “adormeceu”. Será sempre preciso acordá-l’O? Não conhece Ele a nossa aflição e a necessidade que temos do seu socorro?


“Porque temeis? Ainda não tendes fé?”

O evangelho diz-nos que Cristo lá resolveu o problema da tempestade no mar. Mas tem o cuidado de focar outra tempestade: a do coração dos seus discípulos. “Porque temeis? Ainda não tendes fé?”

Tempestades nos nossos mares sempre as teremos. Não poderemos estar sempre dependentes do “Deus-bombeiro”. Mas quanto à tempestade que os nossos medos e inseguranças despertam e nós, paralisando-nos perante os obstáculos, certamente termos algo a fazer. Ao denunciar a nossa falta de fé, Jesus recorda-nos que o adormecido não é Ele, mas nós. Esmorecendo a nossa confiança n’Ele, as tempestades apavoram-nos quando, afinal, são desafios à maturidade do nosso amor por Ele e n’Ele.

Vá lá, coragem!

“Passemos à outra margem.”

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

TORNAR VISÍVEL O AMOR


«Com a medida que empregardes para medir é que sereis medidos»
cf. Mc 4,21-25


Estando Cristo invisível, não Lhe podemos mostrar o nosso amor; mas os nossos vizinhos estão sempre visíveis, e podemos fazer por eles aquilo que, se Cristo fosse visível, gostaríamos de fazer a Ele.
Hoje, é o mesmo Cristo que está presente naqueles de que ninguém precisa, que ninguém emprega, de que ninguém cuida, que têm fome, que estão nus, que não têm lar. Esses parecem inúteis ao Estado e à sociedade; ninguém tem tempo para lhes dar. Compete-nos a nós, cristãos, a vós e a mim, dignos do amor Cristo se o nosso é verdadeiro, compete-nos a nós procurá-los, ajudá-los; eles estão lá para que os encontremos.
Trabalhar por trabalhar, tal é o perigo que nos ameaça permanentemente. É aí que o respeito, o amor e a devoção intervêm, para que dirijamos o nosso trabalho a Deus, a Cristo. Eis o motivo porque tentamos fazê-lo da maneira mais bonita possível.

Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997),
fundadora das Irmãs Missionários da Caridade,
in “Algo belo para Deus”

domingo, 24 de janeiro de 2010

GUY DE FONTGALLAND, o pequeno lírio puro


Um raro fenómeno de popularidade seguiu-se à morte de Guy. De toda a França vieram recolher-se junto à sua sepultura. Pressionou-se a mãe a escrever uma biografia do filho que rapidamente se vendeu em dezenas de milhares de exemplares, traduzido em muitos idiomas. Apenas nove anos após a sua morte, registaram-se imensas graças concedidas: 244 conversões; 742 curas milagrosas que lhe são atribuídas; 698 vocações de consagração conhecidas e cerca de 85 mil graças relatadas; foram impressas pagelas em 48 línguas diferentes e o seu nome tornou-se muito usado na América Latina e em parte da Ásia. Pio XI recebeu 1.312 mil assinaturas a pedirem a beatificação do jovem rapaz. O mesmo tinham pedido, em 1931, os bispos do Brasil aquando da inauguração do Cristo Redentor.


Mas quem é este rapaz, falecido com apenas 11 anos?

Nasceu em Paris em 1913. Recto, franco e leal. Nunca escondia os seus erros, mas perante a ameaça de castigos. Antes de morrer poderá afirmar sem medo: “Nunca menti!” Com 5 anos, deseja ardentemente receber o corpo de Cristo. Quando 2 anos depois pode realizar o seu sonho, preparou-se previamente realizando 118 sacrifícios num mês que ofereceu ao seu “Bom Jesus”. Incitava os seus companheiros a pedirem aos pais a antecipação da Primeira Comunhão.

“Ó meu querido pequeno Jesus, amo-Vos! Amo-Vos mais que tudo! E para o provar quero deixar tudo… Serei vosso sacerdote!” Jesus ter-lhe-á respondido: “Eu também te amo, meu pequeno lírio puro; contudo, não serás meu sacerdote, mas meu anjo… Tomar-te-ei em breve para o céu…” Isso encheu Guy de felicidade, mas guardou o seu segredo para não entristecer os pais (só o revelou 3 anos depois, pouco antes da sua morte). A comunhão passa a ser um encontro especial. “Como fazes tu a momento de acção de graças?” perguntam-lhe um dia. “Jesus fala-me; eu escuto-O e saboreio-O!”

Todas as noites adormece a rezar o terço. Dizia de “a Virgem Maria é melhor que todas as mães juntas”.

Numa ida a Lourdes, numa peregrinação que vive com muito recolhimento e intensidade, ouve a voz de Maria dizer-lhe “Meu querido pequeno Guy, virei buscar-te em breve, virei buscar-te num sábado, entre os braços da tua mãe, para te levar direito ao céu”.


Curiosamente, na noite do 8 de Dezembro (dia da Imaculada Conceição), Guy é atingido de um misterioso mal. É nessa altura de revela todos os seus segredos. Durante mês e meio luta-se contra o mal, mas Guy encanta todos com a sua piedade e coragem. A 24 de Janeiro, nos braços da sua mãe abre os olhos e, sorridente, fixa um ponto acima dele dizendo: “ Jesus! Amo-te…” Depois, docemente diz: “Mãe…” Assim se foi. Tinha 11 anos e era um sábado.


O ESPÍRITO DO SENHOR...



“O Espírito do Senhor está sobre mim e me enviou…”

cf. Lc 4, 14-21



O Espírito de Deus repousa sobre Vós, Senhor Jesus Cristo e vos envia a anunciar a Boa Nova aos pobres.

Pela alegria do Evangelho que não sabemos partilhar: perdoai-nos, Senhor.

Pela fonte de alegria que o Evangelho faz nascer em nós e à nossa volta: obrigado, Senhor.


O Espírito de Deus repousa sobre Vós, Senhor Jesus Cristo e vos envia a anunciar a liberdade aos prisioneiros.

Pela liberdade do Evangelho que não fazemos frutificar: perdoai-nos, Senhor.

Pelos caminhos de liberdade que o Evangelho nos abre: obrigado, Senhor.


O Espírito de Deus repousa sobre Vós, Senhor Jesus Cristo e vos envia a abrir os olhos aos cegos.

Pelo esplendor do Evangelho que os nossos pecados obscurecem: perdoai-nos, Senhor.

Pela luz que o Evangelho faz brotar em nossos corações: obrigado, Senhor.


O Espírito de Deus repousa sobre Vós, Senhor Jesus Cristo e vos envia a curar os corações feridos, fatigados.

Pelos corações desanimados que não conseguimos encorajar: perdoai-nos, Senhor.

Pela coragem que o Evangelho nos dá nos momentos difíceis da vida: obrigado, Senhor.


O Espírito de Deus repousa sobre Vós, Senhor Jesus Cristo e vos envia a proclamar um ano de graça, da parte de Deus.

Pelos vossos benefícios que a nossa vida não revela aos outros: perdoai-nos, Senhor.

Pela graça que o Evangelho nos oferece, em todo o tempo: obrigado, Senhor.


Pe. José Martins Vaz, Cssp