quarta-feira, 19 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
ISABEL de HUNGRIA, rainha dos pobres

Isabel, uma princesa húngara, nasceu em 1207. Ainda muito nova, foi dada em casamento a um príncipe alemão de Turíngia. É com 14 anos que se casa, deixando assim a sua pátria e família. Embora vivesse rodeada pelo luxo da corte, a jovem princesa sentia uma forte preocupação por aqueles que eram menos afortunados. Assim, todas as manhãs, à entrada do castelo, ela distribuía comida a muitos pobres e visitava os enfermos v+árias vezes por dias. Isabel era tão misericordiosa que, certa vez, permitiu a um leproso agonizante de repousar na sua própria cama. Diz-se que quando o seu marido soube, irrompeu pelo quarto adentro e rasgou as cobertas da cama. Porém, em vez de encontrar o leproso viu Cristo crucificado numa visão.
Quando a fome e as epidemias assolaram a região, Isabel ganhou o afecto do povo organizando
campanhas de assistência aos necessitados. Ordenou que fossem abertos os celeiros reais para dar de comer aos afamados e vendeu as suas jóias para construir hospitais para os enfermos. Seu marido, também ele considerado santo na Alemanha, apoiou totalmente as iniciativas da esposa, contudo a sua caridade incessante não tinha a mesma aprovação junto da restante família. Consideravam a sua generosidade como uma extravagância e um gasto desnecessário do tesouro real. Desta forma, após a morte do marido, na cruzada em 1227, Isabel foi afastada do trono.
Decidiu, então, ingressar na Ordem de S. Francisco. Continuou o seu trabalho em favor dos pobres apesar da sua fraca saúde. Exausta pela dureza da vida e pela enfermidade, Isabel falece com apenas 24 anos. A sua última ordem foi que vendessem todos os seus bens para os pobres.
Quando a fome e as epidemias assolaram a região, Isabel ganhou o afecto do povo organizando
campanhas de assistência aos necessitados. Ordenou que fossem abertos os celeiros reais para dar de comer aos afamados e vendeu as suas jóias para construir hospitais para os enfermos. Seu marido, também ele considerado santo na Alemanha, apoiou totalmente as iniciativas da esposa, contudo a sua caridade incessante não tinha a mesma aprovação junto da restante família. Consideravam a sua generosidade como uma extravagância e um gasto desnecessário do tesouro real. Desta forma, após a morte do marido, na cruzada em 1227, Isabel foi afastada do trono.Decidiu, então, ingressar na Ordem de S. Francisco. Continuou o seu trabalho em favor dos pobres apesar da sua fraca saúde. Exausta pela dureza da vida e pela enfermidade, Isabel falece com apenas 24 anos. A sua última ordem foi que vendessem todos os seus bens para os pobres.
Santa Isabel da Hungria é padroeira dos sem-abrigos, dos serviços de enfermagem, das instituições de caridade e outros.
Deus todo-poderoso,
por cuja graça
a tua serva Isabel da Hungria
reconheceu e venerou Jesus
nos pobres deste mundo:
permite que nós,
seguindo o seu exemplo,
possamos com amor e júbilo
servir aqueles que passam necessidades
ou têm problemas,
em nome e por amor de Jesus Cristo,
Nosso Senhor,
que vive e reina contigo
na unidade do Espírito Santo.
Amen.
adaptado de "Pessoas comuns, Vidas extraordinárias"
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NOSSOS AMIGOS OS SANTOS
sábado, 15 de novembro de 2008
ORAR SEMPRE

«Jesus disse uma parábola
sobre a necessidade de orar sempre»
cf. Lc 18,1-8
cf. Lc 18,1-8
Não podemos limitar a oração a pedidos em palavras. Com efeito, Deus não precisa apenas que Lhe façam discursos; mesmo que nada Lhe peçamos, sabe aquilo de que precisamos. O que dizer? A oração não consiste em fórmulas; antes abarca a vida toda. «Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus», diz o apóstolo Paulo (1 Cor 10, 31). Estás à mesa? Reza: ao pegar no pão, agradece Àquele que to concede; ao beber o vinho, lembra-te Daquele que te proporcionou este dom, para te alegrar o coração e te consolar das tristezas. Terminada a refeição, não te esqueças de te recordar do teu benfeitor. Quanto vestes a túnica, agradece Àquele que ta deu; quanto vestes a capa, testemunha o teu afecto a Deus, que nos proporciona vestes adequadas ao inverno e ao verão, para nos proteger a vida.
Terminado o dia, agradece Àquele que te deu o sol para os trabalhos da jornada e o fogo para te iluminar o escuro e prover às tuas necessidades. A noite dá-te motivos de acção de graças; olhando o céu e contemplando a beleza das estrelas, reza ao Senhor do universo, que fez todas as coisas com tal sabedoria. Quando vês a natureza adormecida, adora Aquele que, por meio do sono, nos reconforta de todas as fadigas e nos devolve, através do repouso, o vigor das forças.
Deste modo, rezarás sem descanso, se a tua oração não se limitar a fórmulas, mas pelo contrário te mantiveres unido a Deus no decurso de toda a tua existência, de maneira a fazeres da vida uma oração incessante.
Terminado o dia, agradece Àquele que te deu o sol para os trabalhos da jornada e o fogo para te iluminar o escuro e prover às tuas necessidades. A noite dá-te motivos de acção de graças; olhando o céu e contemplando a beleza das estrelas, reza ao Senhor do universo, que fez todas as coisas com tal sabedoria. Quando vês a natureza adormecida, adora Aquele que, por meio do sono, nos reconforta de todas as fadigas e nos devolve, através do repouso, o vigor das forças.
Deste modo, rezarás sem descanso, se a tua oração não se limitar a fórmulas, mas pelo contrário te mantiveres unido a Deus no decurso de toda a tua existência, de maneira a fazeres da vida uma oração incessante.
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PARA EXPERIMENTAR
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
VOCAÇÃO, dom e desafio

“No grande e horrível teatro da segunda guerra mundial, eu fui muito poupado. De um momento para o outro, poderia ter sido arrancado de casa, da pedreira, da fábrica, e levado para um campo de concentração. Às vezes perguntava-me: tantos da minha idade que perdem a vida, e eu não, porquê? Hoje, sei que não foi por acaso. No contexto do grande mal da guerra, tudo na minha vida pessoal apontava para o bem que é a vocação. Não posso esquecer o bem recebido, naquele período difícil, das pessoas que o Senhor pusera no meu caminho: quer familiares quer conhecidos e colegas.”
Assim se referia João Paulo II à sua experiência pessoal, no livro "Dom e Mistério" que ele escreveu, por ocasião das suas Bodas de Ouro sacerdotais. A vocação é sempre um dom de Deus que chama cada um a acolher e frutificar a vida como maior presente por nós recebido. Porém, o saudoso papa refer-o, embora a vocação seja uma caminhada intimamente pessoal, não deixa de se apoiar em acontecimentos e pessoas que o próprio Deus nos vai colocando no caminho. Sempre em respeito da liberdade própria, mas desafiando cada um a interpretar correctamente esses sinais através dos quais Ele nos vai falando.
Nesta Semana dos Seminários, para além de considerar o valor e necessidade da vocação sacerdotal, importa que cada um reflicta sobre o modo como discerne o apelo pessoal que Deus lhe faz e sobre a resposta que tem dado. A vocação não se adia num futuro incerto mas concretiza-se, já hoje, naquilo que sou e faço. Só esse compromisso diário me ilumina e prepara para desafios futuros.
O Reino de Deus começa hoje, em mim.
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PARA REFLECTIR
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
NESTA SEMANA DOS SEMINÁRIOS
CONVIDAMOS-TE A REZAR E REFLECTIR
SOBRE A VOCAÇÃO SACERDOTAL
QUINTA FEIRA 13 de NOVEMBRO
NO SEMINÁRIO MAIOR da GUARDA
.
Partindo do filme " KAROL" do realizador Giacomo Battiato
e que recorda a caminhada vocacional de João Paulo II,
será lançado um debate sobre o significado do sacerdócio
e da vocação cristã como resposta humana e divina
às interpelações do mundo actual.
A SESSÃO COMEÇARÁ PELAS 21 HORAS
ENTRADA LIVRE
CONTAMOS COM A TUA PARTICIPAÇÃO!
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DESTAQUE
terça-feira, 11 de novembro de 2008
S. MARTINHO de TOURS, a caridade como maior lei

Martinho nasceu por volta do ano 316, na actual Hungria. Seu pai era oficial do Exército Romano. Nos primeiros anos da juventude, contra a vontade dos pais, quis tornar-se cristão. Porém, o pai tentou contrariar a decisão do filho, alistando-o no Exército Romano.
Apesar disso, Martinho conciliou a carreira militar com um estilo de vida simples, entegando aos pobres praticamente todos os seus bens. Numa época em que a sociedade estava dividida em classes e níveis sociais distintos, os soldados da sua graduação tinham direitos a vários escravos. Martinho, no entanto, insistiu em ter um só, a quem tratava por igual, partilhando com ele comida e amizade.
Compromisso com Cristo
É Precisamente nessa época, que ocorre o famoso episódio do pobre e do manto. Num dia tremendamente frio, enquanto a companhia de Martinho marchava para Amiens, na Gália, viu um mendigo meio despido tiritando de frio. O nosso Santo, tendo já dado tudo o que tinha, decidiu cortar a meio o seu manto, oferecendo-lhe uma das partes. (Reza a lenda que, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente Martinho continuou o seu caminho quando de repente a tempestade desapareceu e deu lugar a um sol brilhante. Diz-se que Deus, para recordar o seu acto de generosidade, proporciona em meados do Outono uns belos dias de sol, a que o povo chama «Verão de S. Martinho». Associando-se ao facto, ou apenas para aproveitar o bom tempo, fazem-se os magustos).
Na noite após o encontro com o mendigo, Martinho sonhou e viu Jesus envolto naquele pedaço de manto, que lhe dizia: "Martinho, ainda não baptizado, deu-me este vestuário".esta visão marcou-o profundamente. Abandonou, então, o Exército e pediu o baptismo.
Apesar disso, Martinho conciliou a carreira militar com um estilo de vida simples, entegando aos pobres praticamente todos os seus bens. Numa época em que a sociedade estava dividida em classes e níveis sociais distintos, os soldados da sua graduação tinham direitos a vários escravos. Martinho, no entanto, insistiu em ter um só, a quem tratava por igual, partilhando com ele comida e amizade.
Compromisso com Cristo
É Precisamente nessa época, que ocorre o famoso episódio do pobre e do manto. Num dia tremendamente frio, enquanto a companhia de Martinho marchava para Amiens, na Gália, viu um mendigo meio despido tiritando de frio. O nosso Santo, tendo já dado tudo o que tinha, decidiu cortar a meio o seu manto, oferecendo-lhe uma das partes. (Reza a lenda que, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente Martinho continuou o seu caminho quando de repente a tempestade desapareceu e deu lugar a um sol brilhante. Diz-se que Deus, para recordar o seu acto de generosidade, proporciona em meados do Outono uns belos dias de sol, a que o povo chama «Verão de S. Martinho». Associando-se ao facto, ou apenas para aproveitar o bom tempo, fazem-se os magustos).Na noite após o encontro com o mendigo, Martinho sonhou e viu Jesus envolto naquele pedaço de manto, que lhe dizia: "Martinho, ainda não baptizado, deu-me este vestuário".esta visão marcou-o profundamente. Abandonou, então, o Exército e pediu o baptismo.
Entregou-se à vida de eremíta, fundando um mosteiro em Ligugé, na actual França, onde vivia
sob a orientação de Santo Hilário. Ordenado sacerdote, foi mais tarde aclamado bispo de Tours, em 371. Tornou-se um grande evangelizador da França, verdadeiramente pastor, fundando mosteiros, instruindo o clero, defendendo a causa dos oprimidos e deserdados deste mundo.
Morreu no ano de 397.
sob a orientação de Santo Hilário. Ordenado sacerdote, foi mais tarde aclamado bispo de Tours, em 371. Tornou-se um grande evangelizador da França, verdadeiramente pastor, fundando mosteiros, instruindo o clero, defendendo a causa dos oprimidos e deserdados deste mundo.Morreu no ano de 397.
São Martinho é o primeiro dos Santos não Mártires, canonizado no Ocidente.
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NOSSOS AMIGOS OS SANTOS
domingo, 9 de novembro de 2008
SEMANA DOS SEMINÁRIOS 2008

Deus santo,
Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo,
Vós criastes o mundo pela vossa primeira e última palavra
E pela primeira e última o salvastes;
Lançai no coração dos nossos jovens sementes de amor,
capazes de crescer e de fazer deles
agentes do vosso desígnio de salvação.
Vós chamastes profetas
para dizer palavras de verdade, justiça e caridade
ao povo que, por amor, escolhestes e reunistes.
Colocai as vossas palavras santas
na boca dos nossos jovens
para que não sejam espectadores passivos
mas actores atentos ao mundo que os rodeia
e, dando-se sem reservas, disponíveis para amar,
encontrem um sentido para a sua vida
e deixem a semente germinar.
Vós enviastes a Sabedoria do santo céu,
do trono da vossa glória, e com a vossa voz derrubastes
os cedros e abalastes o deserto.
Atendei às inquietações dos nossos jovens,
aos seus gritos e sussurros,
e despertai neles um amor pela Igreja,
vosso templo e corpo do vosso Filho,
para que, sem complexos nem angústias,
tenham coragem e discernimento
para responder com um sim entusiasmado
à ternura do vosso abraço.
Senhor Jesus Cristo, Filho de Maria, a serva da Palavra,
Vós semeastes a Palavra com abundância
para que frutificasse e pelo sangue que derramastes,
sangue que não tinge mas branqueia,
fostes digno de tomar o Livro
escrito por dentro e por fora
e de abrir as suas páginas seladas.
Derramai o vosso Espírito sobre os nossos seminários
e fazei com que,
acolhendo as vossas palavras de vida eterna,
sejam centelhas de esperança
e sementes de futuro para a Igreja,
no seguimento fiel e generoso da vossa vontade.
Vós que sois Deus com o Pai na unidade
do Espírito Santo.
Ámen.
Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo,
Vós criastes o mundo pela vossa primeira e última palavra
E pela primeira e última o salvastes;
Lançai no coração dos nossos jovens sementes de amor,
capazes de crescer e de fazer deles
agentes do vosso desígnio de salvação.
Vós chamastes profetas
para dizer palavras de verdade, justiça e caridade
ao povo que, por amor, escolhestes e reunistes.
Colocai as vossas palavras santas
na boca dos nossos jovens
para que não sejam espectadores passivos
mas actores atentos ao mundo que os rodeia
e, dando-se sem reservas, disponíveis para amar,
encontrem um sentido para a sua vida
e deixem a semente germinar.
Vós enviastes a Sabedoria do santo céu,
do trono da vossa glória, e com a vossa voz derrubastes
os cedros e abalastes o deserto.
Atendei às inquietações dos nossos jovens,
aos seus gritos e sussurros,
e despertai neles um amor pela Igreja,
vosso templo e corpo do vosso Filho,
para que, sem complexos nem angústias,
tenham coragem e discernimento
para responder com um sim entusiasmado
à ternura do vosso abraço.
Senhor Jesus Cristo, Filho de Maria, a serva da Palavra,
Vós semeastes a Palavra com abundância
para que frutificasse e pelo sangue que derramastes,
sangue que não tinge mas branqueia,
fostes digno de tomar o Livro
escrito por dentro e por fora
e de abrir as suas páginas seladas.
Derramai o vosso Espírito sobre os nossos seminários
e fazei com que,
acolhendo as vossas palavras de vida eterna,
sejam centelhas de esperança
e sementes de futuro para a Igreja,
no seguimento fiel e generoso da vossa vontade.
Vós que sois Deus com o Pai na unidade
do Espírito Santo.
Ámen.
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PARA REZAR
sábado, 8 de novembro de 2008
ISABEL da TRINDADE, habitada por Deus

Isabel da Trindade nascieu em Bourges, França, no dia 18 de Julho de 1880. Aos
21 anos entrou para o Carmelo de Dijon vindo a falecer aos 26 anos, após 5 anos de vida religiosa.
21 anos entrou para o Carmelo de Dijon vindo a falecer aos 26 anos, após 5 anos de vida religiosa.Profundamente ligada à Santíssima Trindade, afirmava que o Amor habita em nós, e a sua obrigação era mergulhar no seu íntimo para aí se encontrar e viver com Deus Pai, Filho e Espírito Santo. "A felicidade da minha vida é a intimidade com os hóspedes da minha alma". Dizia que o amor que sentia era como um oceano no qual mergulhava e se perdia.
Deus estava nela e ela em Deus. Necessariamente, tinha de amá-l´O e deixar-se amar em todo o tempo e em tudo: "Acordar no Amor; mover-se no Amor; adormecer-se no Amor; a alma na sua Alma; coração no seu Coração; olhos no seus olhos..."
.
Um ano antes da sua entrada no Carmelo, em Janeiro de 1900 (tem então 20 anos), por ocasião de um retiro, escreveu o seguinte:
“Ó Jesus, meu Bem-amado, como é doce amar-Te, pertencer-Te, ter-Te por único Tudo! Ah, agora que vens diariamente ao meu coração, que a nossa união seja ainda mais íntima. Que minha vida seja uma oração contínua, um longo acto de amor. Que nada me possa distrair de Ti, nem ruídos, nem distracções, nada…
“Ó Jesus, meu Bem-amado, como é doce amar-Te, pertencer-Te, ter-Te por único Tudo! Ah, agora que vens diariamente ao meu coração, que a nossa união seja ainda mais íntima. Que minha vida seja uma oração contínua, um longo acto de amor. Que nada me possa distrair de Ti, nem ruídos, nem distracções, nada…Gostaria tanto, ó meu Mestre, de viver contigo em silêncio. Mas o que acima de tudo amo é fazer a vossa vontade, e dado que ainda me queres no mundo, submeto-me de todo o meu coração por amor de Ti.
Ofereço-Te a cela do meu coração, que seja a tua pequena Betânia; vem aqui repousar-Te, amo-Te tanto…
(…)
Meu Jesus, meu Deus, como é bom amar-Te, ser inteiramente tua!”
(…)
Meu Jesus, meu Deus, como é bom amar-Te, ser inteiramente tua!”
.
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NOSSOS AMIGOS OS SANTOS
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
NUNO ÁLVARES PEREIRA, soldado de Cristo

Nuno Álvares Pereira é, provavelmente, o cavaleiro português mais conhecido da nossa história, tanto pela sua bravura como pelo desenrolar da sua vida.
Nuno nasceu a 24 de Julho de 1360 no seio de uma família fidalga. Ainda muito jovem ingressa na corte do rei D. Fernando, sendo então escolhido para ser escudeiro da rainha D. Leonor Teles. É aí educado com esmero na arte militar, tornando-se mestre exímio neste campo. Pouco tempo depois foi logo armado cavaleiro.
Casa-se com Dona Leonor de Alvim, casamento do qual teve uma filha a quem puseram o nome de Beatriz.
Nuno nasceu a 24 de Julho de 1360 no seio de uma família fidalga. Ainda muito jovem ingressa na corte do rei D. Fernando, sendo então escolhido para ser escudeiro da rainha D. Leonor Teles. É aí educado com esmero na arte militar, tornando-se mestre exímio neste campo. Pouco tempo depois foi logo armado cavaleiro.
Casa-se com Dona Leonor de Alvim, casamento do qual teve uma filha a quem puseram o nome de Beatriz.
Após a morte do rei D. Fernando, colocou-se ao lado do D. João, Mestre de Avis. Este chamou-o para o conselho do governo e mais tarde, nomeou-o Condestável do Reino e chefe dos exércitos portugueses. A sua bandeira era branca dividida pela cruz de Cristo, de cor vermelha. Numa das partes da bandeira estava Nossa Senhora com o Menino ao colo; na segunda, Cristo na cruz acompanhado por Maria e João; na terceira, S. Jorge e na quarta, S. Tiago.
Entre 1383 e 1385 liderou o exército português a várias vitórias, sendo as mais conhecidas as de Aljubarrota, a 14 de Agosto de 1385, Atoleiros, Trancoso e Valverde. Nesta última, fez o voto de construir uma igreja a Nossa Senhora do Carmo, em Lisboa, caso ganhasse a batalha.
Assim, em 1389 iniciou a edificação de um convento, onde se instalaram os frades da ordem do Carmo, os carmelitas, no ano de 1397. Na carta de doação, escreveu: “Em reconhecimento pelo dom do Escapulário, precioso tesouro que a Mãe de Deus trouxe do Céu em defesa dos seus irmãos.”
D. Nuno costumava dizer: “Quem quiser ver-me vencido é privar-me da comunhão, pão dos fortes, vigor dos homens”. Apesar de rico, sempre foi para os pobres pai e amigo, ajudando todos os necessitados. Na corte, corrupta e fútil, viveu sempre íntegro e santo.
Nunca perdeu uma batalha que fosse liderada por si. Conta-se que a sua espada, que tinha o nome de Maria gravado, lhe dava a devida protecção.
Entre 1383 e 1385 liderou o exército português a várias vitórias, sendo as mais conhecidas as de Aljubarrota, a 14 de Agosto de 1385, Atoleiros, Trancoso e Valverde. Nesta última, fez o voto de construir uma igreja a Nossa Senhora do Carmo, em Lisboa, caso ganhasse a batalha.
Assim, em 1389 iniciou a edificação de um convento, onde se instalaram os frades da ordem do Carmo, os carmelitas, no ano de 1397. Na carta de doação, escreveu: “Em reconhecimento pelo dom do Escapulário, precioso tesouro que a Mãe de Deus trouxe do Céu em defesa dos seus irmãos.”
D. Nuno costumava dizer: “Quem quiser ver-me vencido é privar-me da comunhão, pão dos fortes, vigor dos homens”. Apesar de rico, sempre foi para os pobres pai e amigo, ajudando todos os necessitados. Na corte, corrupta e fútil, viveu sempre íntegro e santo.
Nunca perdeu uma batalha que fosse liderada por si. Conta-se que a sua espada, que tinha o nome de Maria gravado, lhe dava a devida protecção.
Servo de Deus 
Em 1422, o Condestável do Reino, D. Nuno Álvares Pereira, o homem mais rico do Reino, decidiu fazer-se carmelita no convento por ele fundado, tomando o nome de Nuno de Santa Maria. A partir de então, dedicou-se à oração e à caridade para com os pobres. Com o passar do tempo, a idade e a doença consumiram-no. Enquanto o povo enchia a Igreja do Carmo, rezando por ele, Frei Nuno de Santa Maria pede que lhe leiam a Paixão do Senhor segundo S. João. Às palavras: “Eis a tua Mãe”, Frei Nuno, o enamorado de Nossa Senhora do Carmo, voou ao encontro do Céu, nos braços da Virgem a quem sempre servira e amara.
Por ter dedicado os seus últimos dias a Deus e a ajudar os mais pobres, depois da sua morte, em 1431, o povo começou a chamá-lo de Santo Condestável. Este título confirmou-se com a sua beatificação em 1918 e, segundo tudo indica, estará para breve a sua canonização.

Em 1422, o Condestável do Reino, D. Nuno Álvares Pereira, o homem mais rico do Reino, decidiu fazer-se carmelita no convento por ele fundado, tomando o nome de Nuno de Santa Maria. A partir de então, dedicou-se à oração e à caridade para com os pobres. Com o passar do tempo, a idade e a doença consumiram-no. Enquanto o povo enchia a Igreja do Carmo, rezando por ele, Frei Nuno de Santa Maria pede que lhe leiam a Paixão do Senhor segundo S. João. Às palavras: “Eis a tua Mãe”, Frei Nuno, o enamorado de Nossa Senhora do Carmo, voou ao encontro do Céu, nos braços da Virgem a quem sempre servira e amara.
Por ter dedicado os seus últimos dias a Deus e a ajudar os mais pobres, depois da sua morte, em 1431, o povo começou a chamá-lo de Santo Condestável. Este título confirmou-se com a sua beatificação em 1918 e, segundo tudo indica, estará para breve a sua canonização.
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NOSSOS AMIGOS OS SANTOS
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
O AMOR...

"O amor não é um sentimento,
nem uma emoção passageira.
É uma atenção ao outro
que se torna, a pouco e pouco,
compromisso."
Jean Vanier
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PARA REFLECTIR
sábado, 1 de novembro de 2008
FELIZES...

Felizes os pobres de coração, porque o reino dos céus é para eles.
Dai-nos, Senhor, o espírito de pobreza e de humildade.
Felizes os que choram, porque serão consolados.
Ensinai-nos, Senhor, a partilhar as lágrimas dos nossos irmãos.
Felizes os mansos, porque possuirão a terra.
Dai-nos, Senhor, um coração manso e humilde como o vosso.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Dai-nos, Senhor, uma alma desejosa de justiça e de paz.
Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Abri, Senhor, o nosso coração ao amor de todos e à atenção pelos outros.
Felizes os corações puros, porque verão a Deus.
Iluminai, Senhor, o nosso olhar com a vossa bondade.
Felizes os construtores da paz, porque serão chamados filhos de Deus.
Concedei-nos, Senhor, ser centros de paz e de alegria para todos.
Felizes os perseguidos pela justiça, porque o reino de Deus é para eles.
Tornai-nos, Senhor, fortes nos sofrimentos e nas dificuldades pelo vosso reino.
Dai-nos, Senhor, o espírito de pobreza e de humildade.
Felizes os que choram, porque serão consolados.
Ensinai-nos, Senhor, a partilhar as lágrimas dos nossos irmãos.
Felizes os mansos, porque possuirão a terra.
Dai-nos, Senhor, um coração manso e humilde como o vosso.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Dai-nos, Senhor, uma alma desejosa de justiça e de paz.
Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Abri, Senhor, o nosso coração ao amor de todos e à atenção pelos outros.
Felizes os corações puros, porque verão a Deus.
Iluminai, Senhor, o nosso olhar com a vossa bondade.
Felizes os construtores da paz, porque serão chamados filhos de Deus.
Concedei-nos, Senhor, ser centros de paz e de alegria para todos.
Felizes os perseguidos pela justiça, porque o reino de Deus é para eles.
Tornai-nos, Senhor, fortes nos sofrimentos e nas dificuldades pelo vosso reino.
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PARA REZAR
TODOS... SANTOS

Hoje é dia de todos os santos…
Cortejo inumerável de homens e mulheres
que Te seguiram e contigo conviveram, de modo admirável:
Com os que tinham fome partilharam o seu pão
Olharam compadecidos as dores do mundo
e sofreram perseguição por causa da justiça
Foram limpos de coração e, por isso,
dos seus olhos jorrou pureza
e dos seus lábios brotaram palavras de consolação.
Amaram-Te e amaram o mundo
Cantaram os teus louvores e a beleza da Criação
e choraram as dores dos que desesperam
e tiveram gestos de indignação
e palavras proféticas que rasgavam horizontes límpidos
Estes os que seguem o Cordeiro
porque Te reconheceram
e de Ti receberam o dom
de anunciar ao mundo a justiça e a salvação.
Cortejo inumerável de homens e mulheres
que Te seguiram e contigo conviveram, de modo admirável:
Com os que tinham fome partilharam o seu pão
Olharam compadecidos as dores do mundo
e sofreram perseguição por causa da justiça
Foram limpos de coração e, por isso,
dos seus olhos jorrou pureza
e dos seus lábios brotaram palavras de consolação.
Amaram-Te e amaram o mundo
Cantaram os teus louvores e a beleza da Criação
e choraram as dores dos que desesperam
e tiveram gestos de indignação
e palavras proféticas que rasgavam horizontes límpidos
Estes os que seguem o Cordeiro
porque Te reconheceram
e de Ti receberam o dom
de anunciar ao mundo a justiça e a salvação.
Maria de Lourdes Belchior
Gramática do mundo
Gramática do mundo
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